Vídeos & Estudos Bíblicos
Explore sermões, homilias e estudos bíblicos categorizados por livro sagrado, tema e ministério.

Pregação: A parte humana do milagre: o vinho que eu não posso produzir | Congresso para Mulheres
Padre Mario Sartori
Nesta reflexão profunda sobre as Bodas de Caná (João 2:1-11), somos convidados a descobrir a parte humana que nos cabe na construção dos milagres de Deus. O vinho que falta — símbolo do Espírito Santo, da alegria e da plenitude — pode ter se esgotado em nossa história, ou talvez nunca tenha sido provado, deixando em nós uma nostalgia santa daquilo que só Deus pode dar. Mas o milagre exige a nossa colaboração: fé que se traduz em oração, e uma oração que só chega ao céu quando o perdão abre caminho. O maior inimigo da oração não é a preguiça, o pecado ou a falta de fé, mas a mágoa e o ressentimento, que nos desautorizam diante de Deus.

#HOMILIA | O mandamento da alegria e o pecado da tristeza - 2º Congresso de Mulheres.
Padre Mario Sartori
Nesta reflexão profunda e maternal, Padre Mário nos convida a acolher o tempo como dom de Deus, reconhecendo que a vida é feita de estações — e que a tristeza, embora seja uma experiência humana legítima, não pode se tornar nossa morada. A partir do Evangelho de Lucas 9,43-45, onde Jesus anuncia sua Paixão e os discípulos, com medo, evitam perguntar, somos chamados a não transformar assuntos dolorosos em temas proibidos, pois quem foge da verdade nunca é feliz. O pregador, com humor e ternura, desmonta nossas armadilhas interiores: o medo que gera tristeza, a inveja que deveria se tornar imitação, o apego a sonhos que não se realizarão, a malícia que se esconde atrás de sorrisos calculados. A Alegria, diz ele, não é ser boba; é fruto de humildade, perdão e abandono da tristeza — um mandamento imperativo do Eclesiastes: 'Alegra-te, tira a tristeza do teu coração, afasta a malícia do teu corpo'.

Quaresma de São Miguel 2026 | 35º Dia — Casa onde Jesus explica os Mistérios do Reino
Padre Mario Sartori
Nesta mensagem profunda, somos convidados a mergulhar na parábola do joio e do trigo (Mateus 13:36-43) durante a Quaresma de São Miguel, na 12ª casa, a casa do discipulado. Jesus nos ensina que a vida não termina no joio, mas na vitória de Deus, e que nossas escolhas diárias importam para o amadurecimento do trigo em nós. O tempo presente é a expressão da misericórdia divina, um período de graça para crescermos na fé e darmos frutos do Espírito (Gálatas 5:22).

Lavar os pés de Cristo | (Lucas 7, 36-50) #2836 | Meditação da Palavra
Frei Gilson / Som do Monte - OFICIAL
Nesta profunda reflexão, somos convidados a contemplar o comovente episódio da mulher pecadora que, com lágrimas, beijos e perfume, lava os pés de Jesus na casa do fariseu. Mais do que um gesto de gratidão, esse ato revela o poder transformador do perdão e nos desafia a enxergar os pés de Cristo nos irmãos mais necessitados. Santo Ambrósio nos ensina que, embora Cristo tenha morrido e sido sepultado uma só vez, Ele deseja que o unguento seja derramado em seus pés diariamente, ou seja, que manifestemos amor concreto aos pequeninos. Lavar os pés de Cristo é, portanto, estender a mão ao próximo, praticar a caridade e viver uma fé que se traduz em obras. Que possamos, como aquela mulher, expressar nosso amor com atos de compaixão, sabendo que a fé sem obras é morta.

Bondade, Medo e Ética | 40 Dias com São Miguel Arcanjo 2026 | #22
Frei Gilson / Som do Monte - OFICIAL
Nesta mensagem profunda e prática, somos conduzidos a refletir sobre a verdadeira bondade, o medo e a ética à luz da fé cristã. O pregador, Frei Gilson, partindo dos ensinamentos de Fulton Sheen, nos mostra que a bondade não é apenas fazer o bem para evitar julgamentos, mas é uma expressão autêntica do amor, que se dá sem esperar recompensa, seguindo o exemplo de Deus que é bom até para com os ingratos. Somos desafiados a sair do anonimato e do egoísmo, a dar nosso tempo e dons aos outros, especialmente aos mais necessitados, e a compreender que a felicidade está enraizada na bondade, não no egocentrismo. A mensagem também aborda a raiz do medo e da culpa, mostrando que muitas vezes reprimimos nossos traumas e pecados, escondendo-os no 'porão da alma', o que só agrava o sofrimento. A verdadeira cura vem ao encararmos nossos medos, confessarmos nossos pecados e recebermos o perdão de Deus, que é maior que qualquer culpa. Exemplos bíblicos como Pedro, Paulo e o próprio Cristo ilustram o caminho da reconciliação e da paz interior.

Lentos para perceber os próprios defeitos | (Lucas 6, 39-42) #2830 | Meditação da Palavra
Frei Gilson / Som do Monte - OFICIAL
Você já parou para pensar como somos rápidos em apontar os defeitos alheios, mas lentos para enxergar os nossos? Nesta meditação profunda, Jesus nos confronta com a parábola do cisco e da trave, revelando que a verdadeira hipocrisia está em querer corrigir o irmão sem antes tratar o próprio coração. A falta de autoconhecimento nos impede de crescer espiritualmente, pois se não reconhecemos nosso pecado, não buscamos perdão e salvação. Somos exortados a olhar para dentro de nós mesmos, como quem precisa de um espelho para ver o que está oculto. A soberba de se achar melhor que o outro é um grande pecado, e só Deus é juiz. Que esta mensagem nos conduza à humildade e ao arrependimento genuíno, permitindo que a luz de Cristo revele nossas fraquezas e nos transforme.

Por que Deus colocou essa pessoa 'insuportável' na sua vida?
Dra. Filó
Nesta reflexão profunda, somos convidados a mergulhar no coração da Quaresma e abraçar o chamado radical de Jesus para amar os inimigos. A partir de Mateus 5:43-48, a mensagem nos desafia a reconhecer que a verdadeira espiritualidade se revela na forma como tratamos aqueles que nos são difíceis. Com exemplos práticos e ensinamentos de São Bento, aprendemos que as pessoas insuportáveis são presentes de Deus para nossa santificação, revelando nossas próprias sombras e feridas interiores. O perdão é apresentado como um processo terapêutico em quatro passos: não ter pressa, permitir-se sentir raiva, avaliar a situação com coragem e, finalmente, perdoar. Somos exortados a rezar por aqueles que nos perseguem, seguindo o exemplo de Jesus e Estêvão, que perdoaram seus algozes mesmo diante da morte.

Pare de pedir opinião aos outros para resolver a sua vida!
Dra. Filó
Nesta reflexão profunda e transformadora, somos convidados a mergulhar no verdadeiro significado do perdão, desvendando os enganos que muitas vezes nos impedem de vivê-lo plenamente. A partir da pergunta de Pedro a Jesus sobre quantas vezes devemos perdoar, a mensagem nos conduz por um caminho fatigante, mas libertador, mostrando que perdoar não é esquecer, nem justificar o outro, nem necessariamente reconciliar-se. É um processo que exige renúncia à vingança, autoavaliação honesta e a coragem de ver o outro para além de seus atos, reconhecendo nossa própria humanidade e capacidade de errar. O perdão é apresentado como uma decisão contínua, uma conversão pessoal que nos transforma e nos faz refletir o amor misericordioso de Deus, que nos perdoa incansavelmente.